Na sala de aula estivemos a fazer experiências sobre ímanes.
Foi muito engraçado ver o efeito que os ímanes têm perante outros materiais.
Uma das experiências, que vai ao encontro do projecto "Europa das Descobertas" - A Caravela, tinha como um dos objectivos perceber o funcionamento de uma bússola e os seus constituintes.
Para construir uma bússola precisámos do seguinte material:
- 1 íman;
- 1 agulha ou clipe;
- círculo de cartão;
- fita-cola;
- tesoura;
- prato;
- água.
Para que este material funcionasse como uma bússola tivemos que magnetizar a agulha ou o clipe. Para tal, esfregámos 20 vezes a agulha, em todo o seu comprimento, no íman.
Depois colocámos a agulha em cima do círculo de cartão, colada com fita-cola. A ponta da agulha, ou do clipe, apontou para o Norte!
A Caravela Portuguesa teve origem no povo Árabe devido às embarcações pesqueiras no sul de Portugal.
Embarcação pesqueira
O primeiro documento onde aparece o nome caravela é o foral de Vila Nova de Gaia dado pelo rei D. Afonso III em 1255.
Os aperfeiçoamentos técnicos feitos neste tipo de embarcação, devido à experiência de navegação dos Portugueses, fizeram que as caravelas, no século XV, fossem utilizadas nas viagens marítimas dos descobrimentos Portugueses, sobretudo ao longo da costa africana.
No início das explorações, os Portugueses utilizavam caravelas latinas, que eram um tipo de barco resistente, ligeiro e rápido, ideal para percorrer longas distâncias. Os mais pequenos tinham dois mastros e os maiores três mastros, mas a forma das suas velas era triangular, o que lhes permitia navegar com ventos desfavoráveis.
Caravela Portuguesa latina com dois mastros Caravela Portuguesa Latina com três mastros
Com o passar do tempo, as viagens tornaram-se cada vez mais longas. Assim, as caravelas precisavam de mais espaço para acomodar tripulação e mantimentos. Por isso, no século XVI, o barco seria de maior porte e com mais um mastro. Chamava-se Caravela redonda, porque além de ter velas latinas, tinham velas quadrangulares. Estas velas faziam aproveitar melhor o vento a favor ganhando velocidade.
Caravela redonda
O tema que escolhemos para explorar ao longo do nosso intercâmbio com a Escola de Cussangy foi a Caravela.
Esta semana estivemos a pesquisar sobre o tema e fizemos o seguinte texto:
A caravela foi uma embarcação usada pelos portugueses durante a Era dos Descobrimentos, nos séculos XV e XVI.
Era um navio adaptado à exploração, rápido e usado como recurso de defesa de algumas armadas.
As caravelas eram de porte médio, tinham de comprimento 20 a 30 metros e cerca 43 a 69 toneladas. Geralmente tinham dois mastros com velas latinas (são velas triangulares), as embarcações maiores podiam ter três mastros.
Pelas velas serem triangulares permitiam bobinar, ou seja, avançar no mar fazendo um ziguezague mesmo em ventos contrários. Elas tinham pintado o símbolo da Cruz de Cristo, em honra à Ordem de Cristo.
Assim, os marinheiros Portugueses munidos de esperança e coragem foram aclamados pelo mundo, como únicos na navegação.
Visita ao Hospital Amato Lusitano de Castelo Branco:
Para visitarmos o Hospital tivemos de nos equipar para evitarmos troca de doenças:
No serviço de Pediatria existe uma sala onde os meninos já mais recuperados se distraem:
Depois da visita ao serviço de Pediatra, fomos até ao piso 9, que é a biblioteca, onde nos aguardava um lanche delicioso:
Depois de lancharmos, brincámos no computador o jogo “No Hospital das Brincadeiras”, que achámos muito divertido, no qual conseguimos o Passaporte da Saúde:
Brincámos aos médicos e enfermeiros. Aprendemos alguns procedimentos utilizados nos cuidados aos doentes e sentimos menos receio quando necessitarmos de ir ao Hospital:
Este primeiro artigo é um teste.
Como sairá? Ora Veremos!
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